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Entendo a política como uma missão a serviço do bem comum, guiada por valores como coragem, ética, verdade e espírito público. Baseio minha atuação na Doutrina Social da Igreja, na minha vocação política e no compromisso com o serviço ao bem comum.
Com voto técnico e corajoso, enquanto legislador, sempre atuei pautado na escuta, na presença e na responsabilidade fiscal, e rejeitando o populismo, a demagogia e a política de vaidade.
Desenvolvimento regional com protagonismo
“O norte do RS tem força, trabalho e agora tem também voz"
Encaro o desenvolvimento regional como uma prioridade que deve ser conduzida com protagonismo, guiada pelos valores da interiorização, eficiência, articulação e presença.
Baseio minhas ações no princípio da subsidiariedade e na valorização do interior como motor do Estado, trabalhando para viabilizar investimentos em aeroportos, hospitais, escolas, rodovias e segurança, além de iniciativas como a Cidade da Polícia, concessões e parcerias com os municípios, sempre promovendo uma articulação regional que gere resultados concretos.
Modernização administrativa, gestão eficiente e responsabilidade fiscal
“Reformas são o caminho para um Estado que funcione e sirva melhor"
A modernização administrativa é essencial para garantir uma gestão eficiente e a responsabilidade fiscal, pautada pelos valores de racionalidade, eficiência e cuidado com o dinheiro público.
Minha atuação se fundamenta na compreensão da gestão pública como serviço, na necessidade de combater o inchaço estatal e no controle rigoroso dos gastos.
As Parcerias Público-Privadas (PPPs) e privatizações responsáveis, a implementação do teto de gastos e a manutenção do menor ICMS do país, além da condução do Programa Avançar, que representa o maior ciclo de investimentos do Rio Grande do Sul, são exemplos práticos dessa política.
Reforma política estrutural e fortalecimento institucional.
“Ser contra o sistema não é ser contra as instituições. É ser contra um modelo que trai a democracia, enfraquece a República e sabota o bem comum”
A reforma política é fundamental para fortalecer as instituições e garantir uma democracia sólida, pautada em valores como representação legítima, estabilidade democrática, responsabilidade política e equilíbrio entre os Poderes.
Minha posição fundamenta-se na crítica ao presidencialismo de coalizão e à fragmentação partidária, na defesa do parlamentarismo ou semipresidencialismo funcional, com separação entre chefia de Estado e de governo, na adoção do voto distrital puro ou misto, com vínculo territorial e identidade programática, na revalorização do Legislativo e na contenção do ativismo judicial, influenciado por teóricos como Cézar Saldanha, João Camilo, Barzotto, Carlos Eduardo Dieder Reverbel e Manoel Gonçalves Ferreira Filho.
Defendo o parlamentarismo (ou semipresidencialismo funcional) como forma de governo capaz de garantir estabilidade, responsabilidade política contínua e racionalidade decisória; a proposta de voto distrital puro ou distrital misto, para reforçar o vínculo entre representante e eleitor, reduzir o personalismo e combater a fragmentação partidária; e a reforma profunda dos partidos políticos, com cláusula de desempenho, fidelidade programática e identidade doutrinária como critério de existência institucional.
Advogo também pela separação clara entre Estado, governo e administração pública, com profissionalização da burocracia e blindagem contra loteamentos políticos, além da reorganização da Justiça Constitucional, com limitação do ativismo judicial e resgate do papel interpretativo do STF, com restrições a decisões monocráticas com efeitos vinculantes ou erga omnes, redefinição do uso de ADPFs e do controle concentrado como substitutos da função legislativa, pela defesa da Constituição escrita e da legalidade democrática contra mutações constitucionais informais e interpretações ideológicas flutuantes.
Crítico à juristocracia, entendo que o STF deve ser guardião da Constituição, não seu autor.
Por fim, reafirmo o Parlamento como sede da vontade popular e eixo de representação democrática, devolvendo-lhe sua primazia institucional.
Família, educação e cultura como fundamentos da formação humana e do desenvolvimento nacional
“A política deve cuidar das raízes: família estável, educação formadora e cultura com alma”
Acredito que a política deve atuar cuidando das raízes da sociedade, pautada em valores como vínculo, identidade, responsabilidade, continuidade e virtude, tendo como fundamento a antropologia cristã e a Doutrina Social da Igreja.
Reconheço a família como a primeira comunidade moral, social e econômica, e a parentalidade responsável como base para a solidez dos laços sociais.
Entendo a educação como preparação para o trabalho, para a vida em sociedade e para a cidadania ativa, e a cultura como patrimônio simbólico que transmite virtudes morais essenciais.
Defendo a integridade da família como núcleo primário da sociedade e motor econômico, responsável por gerar, cuidar e educar a mão de obra do futuro. Valorizo a parentalidade responsável e a estabilidade familiar, reconhecendo o papel do casamento e da união estável na formação de laços sólidos, que sustentam a coesão social e a saúde emocional de crianças e jovens.
Defendo a educação como instrumento de qualificação para um mercado global competitivo, voltada à formação técnica, ética e cidadã de uma nova geração de trabalhadores, e proponho o resgate da educação moral e cívica nas escolas, ensinando sobre o funcionamento do Estado, os poderes da República, os direitos e deveres do cidadão, a formação das leis e os fundamentos da democracia, porque não se pode formar bons cidadãos se os jovens saem da escola sem saber diferenciar um vereador de um deputado ou compreender o que é competência do município e da União.
Apoio políticas públicas que combatam o analfabetismo político e institucional, sem doutrinação, mas com educação voltada à liberdade e à responsabilidade.
Valorizo a cultura como espaço de formação moral do povo, resgatando a dimensão clássica da cultura como lugar da virtude, do bem comum e da beleza ordenadora da vida coletiva, lembrando que, como ensinaram os grandes clássicos da filosofia, uma civilização sem virtudes morais está fadada a desaparecer, como demonstram inúmeros ciclos de decadência ao longo da história.
Por fim, incentivo projetos que promovam a leitura, a música, a arte, o esporte e a expressão cultural enraizada, reconhecendo essas atividades como ferramentas de inclusão, formação e pertencimento.
Fé, dignidade humana e Doutrina Social da Igreja como fundamentos da vida pública
Vejo a fé, a dignidade humana e os ensinamentos da Doutrina Social da Igreja como pilares essenciais da vida pública, guiando minha atuação pelos valores de dignidade, justiça, fé vivida e responsabilidade moral.
Minha ação se fundamenta na ética do serviço, na solidariedade e no princípio da subsidiariedade, entendendo que a política deve promover a justiça social com equilíbrio.
Defendo a vida, sou a favor da natalidade e contra o aborto, e valorizo a família como potencial e ativo econômico, um ativo do futuro capaz de gerar mão de obra e laços sociais estáveis para uma sociedade sustentável.
Busco manter coerência entre minha fé pessoal e minha ação pública, exercendo a capacidade de diálogo sem jamais abrir mão de princípios que considero essenciais. Reconheço que a vocação do católico na política é um espaço privilegiado para doar-se ao próximo e praticar a caridade, colocando a fé em prática na promoção do bem comum.
Tradição gaúcha como identidade viva e compromisso cultural
“A tradição não é saudade do passado — é força que sustenta o presente e projeta o futuro”
A tradição gaúcha é uma identidade viva e um compromisso cultural que sustenta o presente e projeta o futuro. Acredito que o tradicionalismo, manifestado nos CTGs, fandangos, na pilcha, no chimarrão e nos valores de respeito, coragem e hospitalidade, é uma forma concreta de solidariedade intergeracional e um espaço de formação comunitária e moral.
A cultura popular é um substrato da pedagogia informal do Rio Grande, transmitindo princípios de trabalho, honra, palavra e família, e deve ser tratada como um bem comum que integra e fortalece nossas comunidades.
Defendo o apoio institucional e orçamentário aos CTGs e entidades tradicionalistas, e a valorização de eventos culturais como instrumentos de integração social e educação de base. Participo ativamente das comunidades, exaltando o tradicionalismo como patrimônio moral do povo gaúcho.
Tenho orgulho de ter contribuído para o maior investimento recente no programa Avançar Tchê do governo do Estado, em parceria com o MTG, e acredito que fomentar a cultura não só preserva nossa identidade, mas também gera emprego, renda, cidadania e educação cívica, estabelecendo o tradicionalismo como uma verdadeira cadeia produtiva que envolve esportes campeiros, tiro de laço, e profissionais de diversas áreas, como veterinários, ferradores, artesãos, músicos e artistas.
Força do campo: apoio ao setor primário e ao trabalho no interior
“O campo é quem planta, sustenta e carrega o Brasil. A política deve retribuir com respeito, estrutura e segurança”
O produtor rural é a base econômica e moral do interior. A política deve apoiar quem produz, garantindo dignidade, trabalho e permanência no campo.
Me guio pelos valores de produção, trabalho, dignidade e respeito, fundamentando minhas ações na aplicação do princípio da subsidiariedade à economia agrícola, com menos burocracia, mais incentivo e infraestrutura, e na busca do equilíbrio entre agronegócio moderno, agricultura familiar e sustentabilidade.
Atuo por melhorias na infraestrutura logística, como estradas, pontes, energia e conectividade rural, apoiando crédito rural, inovação e segurança no campo, e participando de políticas públicas voltadas ao agro, cooperativismo e agroindústria.
Mantenho presença ativa junto a produtores, sindicatos, feiras e eventos rurais. Sou contrário à invasão de terras e propriedades (contra o MST).
Trabalho com a lógica do agro como motor do desenvolvimento econômico brasileiro em uma economia globalizada. Dessa forma, busco fortalecer o Brasil como produtor de alimentos, garantindo produção sustentável e renda para o interior.